
Moradores, estudantes, trabalhadores e turistas que circulam diariamente entre os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia, na fronteira com a Bolívia, passaram a contar com um reforço importante na área da saúde: um ponto estratégico de vacinação instalado em frente à alfândega.
A iniciativa busca ampliar a proteção coletiva em uma das regiões de maior circulação entre os dois países. Todos os dias, centenas de pessoas cruzam a fronteira entre o Brasil e a cidade boliviana de Cobija, o que aumenta a necessidade de manter a imunização em dia.
Foi nesse fluxo intenso que a Secretaria de Saúde decidiu levar a vacinação para mais perto da população. A estratégia facilita o acesso e permite que quem passa pelo local aproveite a oportunidade para se proteger contra diversas doenças.

O diarista Ailton Soares foi um dos que aproveitaram a ação. Ele conta que, ao passar pelo local, decidiu se vacinar. “Já são quatro doses. Vale a pena, né? Porque a gente fica protegido. Graças a Deus”, disse.
Para quem atua ou pretende atuar na área da saúde, manter a carteira de vacinação atualizada é essencial. O estudante de medicina Jarles Reis reforça que, além de uma exigência acadêmica, a imunização é uma forma de proteção individual e coletiva. “Estou entrando no internato e preciso estar com o esquema vacinal completo. É uma exigência da faculdade, mas também uma forma de garantir uma boa imunização”, explicou.

Na correria do dia a dia, muitos aproveitam a passagem pelo posto para regularizar a situação vacinal. O advogado Mario Herrera destacou a importância da prevenção. “Quem toma vacina não adoece como muita gente tem adoecido hoje, com influenza e COVID. Então é importante procurar os pontos de vacinação para ficar imunizado”, afirmou.
A preocupação com a saúde também começa cedo. A dona de casa Carmina Duralez da Silva levou a filha para se vacinar e reforçou o papel dos pais nesse cuidado. “A vacina é importante para proteger as crianças. Os pais precisam trazer seus filhos. É a melhor forma de proteger o corpo deles contra doenças”, disse.
De acordo com a coordenadora de imunização, Carolina Santiago, a ação atende tanto brasileiros quanto bolivianos. “Estamos aqui na fronteira imunizando a população de Brasiléia e também nossos amigos de Cobija. Temos vacinas contra COVID, gripe, febre amarela, hepatite B, entre outras, para todas as idades”, destacou.
A mobilização reforça que a saúde ultrapassa fronteiras e depende do compromisso coletivo. Durante a cobertura da ação, o repórter Eldson Júnior também aderiu à campanha







