Acre tem 21,3 mil pescadores artesanais registrados e compõe força pesqueira da Amazônia Legal

Foto: Marcos Vicentti
Dados do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) colocam o estado entre os da região com profissionais cadastrados; Pará lidera com mais de 432 mil registros

O Acre contabiliza 21.343 pescadores e pescadoras profissionais artesanais registrados no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), segundo dados do Painel Unificado do Governo Federal. O número coloca o estado entre os integrantes da Amazônia Legal com profissionais oficialmente cadastrados para exercer a atividade pesqueira.

Ao todo, a Amazônia Legal reúne 1.016.237 pescadores e pescadoras artesanais registrados, conforme o painel, que reúne informações públicas destinadas ao monitoramento e à transparência do setor pesqueiro.

Entre os estados da região, o Pará concentra o maior número de registros, com 432.353pescadores artesanais, seguido pelo Maranhão, com 337.044, e pelo Amazonas, com 147.295.

O número coloca o estado entre os integrantes da Amazônia Legal com profissionais oficialmente cadastrados para exercer a atividade pesqueira. Foto: captada 

Números da Amazônia Legal:
  • Pará: 432.353
  • Maranhão: 337.044
  • Amazonas: 147.295
  • Amapá: 28.757
  • Acre: 21.343Material de referência geográfica
  • Mato Grosso: 17.909
  • Rondônia: 12.195
  • Roraima: 9.888
  • Tocantins: 9.453
O que é o RGP

O Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) é o cadastro oficial do Governo Federal que habilita pessoas físicas e jurídicas ao exercício da atividade pesqueira no Brasil . A inscrição é obrigatória para quem exerce a pesca com fins comerciais, e o documento é exigido para a concessão de autorizações, licenças e permissões relacionadas à atividade .

Além dos pescadores e pescadoras profissionais artesanais, o painel também reúne dados de outras categorias, como:

  • pescador e pescadora profissional industrial;
  • embarcações de pesca;
  • armadores de pesca;
  • empresas pesqueiras;
  • aquicultores e aquicultoras .

As informações são públicas e têm como finalidade ampliar a transparência e subsidiar o monitoramento das atividades relacionadas à pesca e à aquicultura no país.

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