Lixeira é incendiada em Epitaciolândia e caso reacende críticas sobre coleta de lixo no município

Foto: Reprodução

Vídeo divulgado nas redes sociais mostra equipamento em chamas; moradores apontam insatisfação com falhas recorrentes no serviço de coleta

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma lixeira pública em chamas no município de Epitaciolândia, no interior do Acre. O caso, registrado recentemente, gerou repercussão entre os moradores e reacendeu as críticas à qualidade do serviço de coleta de lixo prestado no município.

Segundo informações que circulam entre a população, ainda sem confirmação oficial, o incêndio teria sido provocado como forma de protesto diante da insatisfação de moradores com a demora na coleta de resíduos em diversos bairros da cidade e pedem uma fiscalização mais presente por parte do Ministério Público por ser uma questão de saúde pública.

A coleta de lixo tem sido alvo frequente de reclamações. Moradores relatam que caminhões utilizados no serviço apresentam problemas constantes e que a falta de uma programação eficiente resulta no acúmulo de resíduos por vários dias em diferentes regiões do município.

As reclamações também envolvem preocupações com a saúde pública. De acordo com moradores, a permanência prolongada do lixo nas ruas favorece a proliferação de insetos, animais e outros riscos sanitários. Diante da situação, há cobranças para que órgãos fiscalizadores adotem medidas mais rigorosas em relação ao problema.

“O cartão de visita para quem chega em Epitaciolândia começa na BR-317, onde lixeiras transbordam com sacos de lixo que passam dias sem coleta”, afirmou um morador ao relatar a situação enfrentada pela população.

Nos últimos meses, registros de urubus próximos a pontos de descarte de resíduos e problemas envolvendo veículos coletores também contribuíram para ampliar as críticas ao serviço.

A Prefeitura de Epitaciolândia tem informado, por meio de comunicados, que realizou a instalação de novas lixeiras em diversos pontos da cidade. No entanto, moradores afirmam que a ampliação da estrutura não tem sido suficiente para solucionar os problemas relacionados à coleta.

Embora a destruição de patrimônio público seja considerada um ato de vandalismo e não represente uma solução para as reivindicações da população, o episódio evidencia o descontentamento de parte dos moradores com a prestação do serviço. A administração municipal reconhece que outros casos de depredação já foram registrados, gerando prejuízos aos cofres públicos e transtornos à população.

Facebook
WhatsApp
Print
Telegram
Email