Operação integrada entre Brasil e Bolívia resulta na prisão de dois bolivianos por tráfico de drogas na região de fronteira

Foto: Cedida

Uma ação integrada entre as forças de segurança do Brasil e da Bolívia resultou na prisão de dois cidadãos bolivianos por envolvimento com o tráfico de drogas durante a Operação Espelhada, realizada entre os dias 25 e 26 de julho na faixa de fronteira entre os dois países.

A operação fez parte da cooperação internacional para o enfrentamento aos crimes transfronteiriços e contou, do lado brasileiro, com a participação da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron). Já no território boliviano, atuaram equipes da Armada Boliviana, da Polícia Boliviana, da guarnição de Puerto Evo e da Força Especial de Luta Contra o Crime (FELCC), unidade responsável pela investigação criminal no país vizinho.

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As ações ocorreram simultaneamente nos dois lados da fronteira, abrangendo a região entre Santa Rosa e Puerto Evo, na Bolívia, e o município de Plácido de Castro, no Acre. Durante a operação foram realizados patrulhamentos em áreas rurais consideradas estratégicas para o combate ao tráfico de drogas, contrabando e outros crimes transfronteiriços, além da instalação de pontos conjuntos de fiscalização.

Como resultado da operação, as equipes bolivianas efetuaram a prisão de dois cidadãos bolivianos, que foram flagrados transportando aproximadamente um quilo de maconha. Também foi apreendida uma motocicleta utilizada pelos suspeitos.

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Os detidos foram identificados como Faguino Ferreira Machado, de 33 anos, e Ricardo Alvez Ferreira, de 18 anos, ambos de nacionalidade boliviana.

Segundo as informações repassadas pelas forças de segurança, as prisões ocorreram em território boliviano e todas as medidas legais foram adotadas pelas autoridades daquele país, responsáveis pela condução da ocorrência e pelos procedimentos investigativos.

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A Operação Espelhada reforça a cooperação entre Brasil e Bolívia no combate aos crimes praticados na faixa de fronteira, região frequentemente utilizada por organizações criminosas para o transporte de drogas, armas, mercadorias ilícitas e outros delitos de caráter transnacional.

As forças de segurança destacam que ações conjuntas como essa fortalecem o intercâmbio de informações entre os dois países e ampliam a capacidade de fiscalização e repressão às atividades criminosas que atuam na região de fronteira.

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