|  

Alan Rick defende investimentos em água, esgoto e drenagem para municípios do Alto Acre

Foto: Assessoria

Ampliar o acesso à água tratada, avançar na coleta e tratamento de esgoto e executar obras de drenagem estão entre as medidas defendidas pelo candidato ao Governo do Acre Alan Rick (Republicanos) para melhorar a infraestrutura dos municípios do Alto Acre. A proposta inclui Brasiléia, Epitaciolândia, Xapuri e Assis Brasil dentro de um projeto estadual de modernização do saneamento.

Alan defende que o saneamento deixe de ser tratado apenas como abastecimento de água. O projeto reúne quatro frentes: água tratada, coleta e tratamento de esgoto, drenagem urbana e destinação adequada dos resíduos sólidos. A intenção é estruturar soluções de acordo com as necessidades de cada município e buscar investimentos capazes de acelerar obras que o Estado não conseguiu executar ao longo dos últimos anos.

“Saneamento é saúde. É água chegando à torneira, é esgoto sendo tratado, é drenagem funcionando quando a chuva vem e é uma cidade que cuida corretamente dos seus resíduos. Não podemos continuar tratando essas áreas separadamente”, afirma Alan.

A atuação no Alto Acre não começa agora. Ainda como deputado federal, Alan participou da articulação para a liberação de recursos da Funasa destinados a sistemas de abastecimento na região. Em 2016, foram liberadas parcelas de investimentos para Brasiléia e Assis Brasil, incluindo recursos para estação de tratamento de água em Assis Brasil e para a estrutura de abastecimento envolvendo Brasiléia e Epitaciolândia.

O candidato afirma que pretende ampliar essa atuação a partir do governo estadual, utilizando os instrumentos previstos no Marco Legal do Saneamento para buscar recursos e investimentos. Alan vem defendendo também a estruturação regional dos serviços, especialmente para permitir que municípios menores tenham condições de participar de projetos de maior porte.

“Quem mora no Alto Acre tem o mesmo direito de abrir a torneira e encontrar água de qualidade, de viver em uma rua sem esgoto a céu aberto e de não ter a casa invadida pela água porque faltou drenagem. É infraestrutura básica, mas é também saúde e qualidade de vida”, afirma Alan.

Facebook
WhatsApp
Print
Telegram
Email