
Vídeos mostram deterioração das passarelas de madeira que ligam Brasiléia e Epitaciolândia; população teme novos acidentes enquanto aguarda a construção da nova ponte.
Moradores de Brasiléia e Epitaciolândia voltaram a denunciar as condições da Ponte Metálica José Augusto, principal ligação entre os dois municípios acreanos na fronteira com a Bolívia. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram o estado de deterioração das passarelas laterais de madeira e reforçam a preocupação da população com a segurança de quem utiliza a estrutura diariamente.
Enquanto a construção da nova ponte, prometida há mais de dois anos, não é concluída, pedestres continuam dependendo das passarelas laterais da ponte de mão única para atravessar entre as duas cidades.
Segundo os moradores, a falta de manutenção tem agravado o desgaste do assoalho de madeira, aumentando o risco de acidentes. Eles lembram que, em anos anteriores, uma jovem chegou a cair após o piso ceder em um trecho deteriorado da passarela.
Há cerca de um ano, o Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC) destinou madeira apreendida ao município de Epitaciolândia para a realização dos reparos na estrutura. No entanto, conforme os relatos, a manutenção não foi executada e os reparos paliativos realizados ao longo do tempo já não suportam o desgaste provocado pelo uso diário e pelas condições climáticas.
As imagens compartilhadas nas redes sociais mostram tábuas desgastadas e moradores demonstrando indignação com a situação, além de cobrarem uma solução definitiva para garantir a segurança de pedestres e condutores que utilizam a travessia.
A população espera que o poder público realize a manutenção emergencial da estrutura e avance com a construção da nova ponte, considerada uma obra essencial para a mobilidade entre Brasiléia e Epitaciolândia.





