
Na final mais esperada da noite deste sábado (11), no ginásio Eduardo Lopes Pessoa, pela Série A do Campeonato Brasileense de Futsal 2025/2026, o Atlético Ferreira surpreendeu e conquistou o título ao derrotar o Revolução FC por 5 a 3.
Apontado como favorito, o Revolução FC, bicampeão da competição, não conseguiu se impor em quadra, mesmo contando com um elenco experiente que na partida decisiva estava com desfalques importantes. Já o Atlético Ferreira, que havia chegado à final em 2022, quando ficou com o vice, entrou em quadra motivado em busca do primeiro título.
Com uma equipe jovem e considerada por muitos como inexperiente, o Atlético Ferreira contrariou as expectativas e fez uma grande partida, aproveitando as oportunidades e marcando gols decisivos.

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Mesmo com a pressão do goleiro-linha do Revolução FC, estratégia mais usada do time, a equipe conseguiu segurar o resultado e garantir a vitória histórica. Com o triunfo, o Atlético Ferreira se sagrou campeão da elite do Campeonato Brasileense de Futsal 2025/2026 e faturou a premiação de R$ 10 mil.
A equipe campeã surpreendeu positivamente os desportistas e torcedores pelo empenho, disciplina e força de vontade para conquistar o título inédito. Por outro lado, o favoritismo não fez bem a equipe experiente do Revolução FC, que esqueceu que o futsal é uma incognita e resolvido dentro das quatro linhas.

O jogador e capitão do Atlético Ferreira, Bruno Firmino destacou a superação da equipe ao longo da competição e rebateu as críticas recebidas antes da final.
“A gente fez um início de campeonato não muito bom, não estávamos nem entre os cinco como diziam. Muita gente falava em goleada contra a gente, mas futebol se resolve dentro de quadra. Graças a Deus, o trabalho foi feito e hoje a gente colhe esse resultado”, afirmou.

Destaque da decisão, o goleiro Khevin da SIlva foi fundamental para o título do Atlético Ferreira, com defesas decisivas, incluindo a defesa de um tiro livre que manteve a equipe em vantagem no momento mais crítico da partida.
Após o jogo, o atleta destacou a confiança no grupo, mesmo diante das críticas recebidas ao longo da competição.
“Nosso time é um time novo, só de moleque, e muita gente não deu nada por nós. Falaram que ia ser oito, dez gols de diferença, mas desde o início a gente vinha treinando e batalhando. Esse resultado é mais que justo”, afirmou.
Khevin foi peça-chave para segurar a pressão do adversário, especialmente quando o Revolução utilizou o goleiro-linha nos minutos finais, garantindo a estabilidade da equipe até o apito final.





