
Um minucioso trabalho de inteligência permitiu que investigadores da Delegacia de Narcóticos (Denarc) dessem cumprimento, na segunda-feira (11), a um mandado de prisão preventiva em razão de um incêndio criminoso ocorrido há 17 anos.
Acusada de tocar fogo na casa do próprio pai, no Conjunto Esperança, no bairro da Floresta, e condenada a 5 anos e 4 meses de prisão em regime fechado, Deuza Veríssimo das Chagas, 43 anos, estava na condição de foragida e escondida na periferia da capital. Ela foi recolhida ao sistema penitenciário no mesmo dia da prisão.
O incêndio
Em 2009, com 26 anos, Deuza Veríssimo morava com o pai no Conjunto Esperança, no bairro da Floresta. Ela não aceitava o fato de uma sobrinha da mulher do genitor residir na mesma casa, inclusive com alguns privilégios. Por diversas vezes discutiu com o pai, exigindo que expulsasse a jovem do imóvel, sob ameaça de atear fogo na residência.
Na noite de 22 de setembro, após consumir bebida alcoólica, Deuza cumpriu a ameaça e, com uso de gasolina, ateou fogo na casa do pai, que foi completamente destruída. Em seguida, fugiu para a zona rural de Feijó, onde permaneceu escondida por longos anos.
Na capital, o processo correu normalmente na Justiça até que ela foi julgada pelo incêndio criminoso e condenada a 5 anos e 4 meses de reclusão. Ao tomar conhecimento de que Deuza havia retornado a Rio Branco, investigadores da Denarc a localizaram e prenderam na zona periférica da cidade. Ela deve agora cumprir a pena determinada pela Justiça.
Com informações Ac24horas





