
Por Fernando Oliveira
A Prefeitura de Brasiléia, através da Secretaria Municipal de Saúde, realizou entre os dias 4 e 9 de maio a Campanha de Vacinação na Fronteira, na Ponte Internacional Wilson Pinheiro, que liga o município acreano à cidade de Cobija.
Durante a mobilização, 310 doses de vacinas foram aplicadas em 146 pessoas, entre moradores, estudantes, trabalhadores e turistas que circulam diariamente pela região de fronteira.
A ação disponibilizou imunizante contra doenças como Covid-19, influenza, sarampo, poliomielite, dengue, hepatite e febre amarela.
Muitas pessoas receberam mais de uma dose, reforçando a importância da atualização da caderneta vacinal.
O secretário municipal de Saúde, Francélio Barbosa, destacou a importância estratégica da campanha para a prevenção de doenças na região de fronteira.
“Essa ação representa um importante reforço na proteção da nossa população e também das pessoas que transitam diariamente entre Brasiléia e Cobija. A vacinação é uma das principais ferramentas de prevenção e o nosso objetivo é garantir que as pessoas tenham acesso facilitado aos imunizantes, fortalecendo a segurança epidemiológica da região”, afirmou o secretário.

A coordenadora do Programa Municipal de Imunização, Carol Santiago, ressaltou a adesão da população durante os seis dias de campanha. “Tivemos uma participação muito positiva da população, principalmente de pessoas que aproveitaram a oportunidade para atualizar mais de uma vacina. Isso demonstra a confiança da comunidade no trabalho das equipes de saúde e reforça a importância de ações itinerantes em áreas de grande circulação”, destacou.

O Dia D da campanha aconteceu no sábado (9) e contou com a participação do prefeito Carlinhos do Pelado, que também atualizou sua caderneta de vacinação durante a mobilização.
A campanha integra uma estratégia contínua do Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, voltada ao fortalecimento da cobertura vacinal nos 588 municípios brasileiros localizados em regiões de fronteira.
A iniciativa prioriza especialmente as chamadas “cidades gêmeas”, como Brasiléia e Cobija, buscando prevenir a reintrodução e a disseminação de doenças como sarampo, poliomielite e febre amarela, além de combater a desinformação e ampliar a proteção da população.







